
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) iniciou, nesta quinta-feira (3), a programação do Setembro Amarelo com um encontro dedicado à saúde mental, à valorização da vida e à prevenção ao suicídio. A atividade foi realizada no Salão de Eventos da Casa e reuniu servidores e profissionais para discutir identificação de sinais de sofrimento, acolhimento e formas de atuação diante de situações de risco.
Na abertura, o diretor de Gestão de Pessoas, Thyago Cortez, ressaltou a necessidade de incluir a saúde mental nas políticas de cuidado voltadas aos servidores da instituição.
O diretor da Escola da Assembleia Legislativa (EALRN), professor José Bezerra Marinho, também abordou as ações desenvolvidas pela área de Gestão de Pessoas e defendeu uma atenção ampliada ao bem-estar dos servidores.
“A gestão de pessoas não pode ficar apenas no planejamento, nas planilhas e nas metas. É preciso olhar para as pessoas”, destacou.
Saúde mental e prevenção
Durante a programação, o psicólogo da Coordenadoria de Saúde e Segurança do Trabalho da ALRN, Rafael Figueiró, apresentou conceitos relacionados à saúde mental e fatores que podem interferir no bem-estar psicológico.
Em seguida, a cabo da Polícia Militar do RN Beatriz Câmara, integrante do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), apresentou protocolos para abordagem em situações de crise e medidas relacionadas à prevenção ao suicídio.
Primeira mulher a atuar como negociadora da Polícia Militar no Rio Grande do Norte, Beatriz ressaltou a relação entre saúde mental e prevenção ao suicídio.
“Não tem como falar sobre suicídio sem falar sobre saúde mental”, afirmou.
Programação do Setembro Amarelo
A iniciativa integra as ações da Assembleia Legislativa durante o Setembro Amarelo e tem como objetivo ampliar o conhecimento dos servidores sobre prevenção, acolhimento e encaminhamento de pessoas em situação de sofrimento psicológico.
A programação também busca orientar os participantes sobre a identificação de sinais de alerta e a oferta de ajuda de maneira responsável, reforçando o papel da informação e da preparação no cuidado com a saúde mental.













