
O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PT, Cadu Xavier, afirmou que a segunda vaga ao Senado na chapa governista será ocupada por um nome indicado pelo PDT. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Repórter 98, da 98 FM Natal, na quarta-feira (15).
Segundo Xavier, o partido ainda não definiu qual pré-candidato irá compor a chapa, com a escolha devendo ocorrer a partir de avaliação de desempenho eleitoral.
“Nós temos um pré-candidato do PDT, que ainda não há definição entre o nome, se vai ser, quem vai encabeçar a chapa, se vai ser o ex-senador Jean Paul Prats, um grande quadro, ou o ex-deputado Rafael Motta, que é outro grande quadro, cada um com as suas características, mas o time de Lula está escalado”, disse.
O nome a ser indicado pelo PDT deverá ser escolhido com base em pesquisa interna, que irá apontar o perfil com maior competitividade. Além de Rafael Motta, o partido também tem o ex-senador Jean Paul Prates como opção para a disputa.
Durante a entrevista, o pré-candidato também descartou uma possível aliança com a senadora Zenaide Maia (PSD). De acordo com ele, a parlamentar já definiu seu posicionamento político ao integrar um grupo de oposição.
“Ela tem um palanque hoje, que é o palanque da oposição, um dos palanques de oposição, que é do ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra e ela escolheu esse caminho. É natural que ela tenha feito essa escolha”, afirmou.
Cadu Xavier também comentou as articulações para definição do candidato a vice-governador na chapa. Questionado sobre nomes como Luciana Soares (PV) e Larissa Rosado (PSB), ele não descartou as possibilidades, mas destacou a importância de alinhamento político com o grupo.
Ao abordar o cenário recente, mencionou o afastamento político do vice-governador Walter Alves (MDB), que passou a apoiar o pré-candidato Allyson Bezerra (União Brasil).
“A gente não esperava esse movimento, porque eu acho que o fato dele não assumir, de verdade, ele teria o direito. Mas você não assumir e no dia seguinte você está no palanque de oposição, num palanque que nunca defendeu o governo do Estado, não tem outra palavra”, disse.











