
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) confirmou que a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) vai ofertar 3.352 vagas em 35 órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Destas, 2.180 são para provimento imediato e outras 1.172 destinadas à formação de cadastro reserva.
Do total de vagas imediatas, 1.672 são voltadas para candidatos com nível superior e 508 para nível intermediário. O edital com todos os detalhes do certame deverá ser publicado em julho, mês em que também será iniciada a fase de inscrições. A banca organizadora ainda não foi definida.
O novo formato de aplicação das provas incluirá duas etapas, com provas objetivas previstas para 5 de outubro e discursivas marcadas para 7 de dezembro, apenas para os habilitados na primeira fase. A divulgação dos resultados está prevista para fevereiro de 2026. A aplicação ocorrerá, assim como na primeira edição, em 228 cidades do país, no turno da tarde.
Entre os órgãos que terão vagas imediatas estão ministérios, agências reguladoras, comandos militares e fundações. Confira abaixo algumas das oportunidades por órgão:
Vagas imediatas
- MGI – Analista técnico de desenvolvimento socioeconômico: 250 (nível superior)
- MGI – Analista técnico de defesa e justiça: 250 (nível superior)
- Ministério das Cidades: 15 (nível superior)
- Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar: 64 (nível superior)
- Ministério do Turismo: 8 (nível superior)
- Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional: 10 (nível superior)
- Ministério da Fazenda: 30 (nível superior)
- Ministério da Pesca e Aquicultura: 33 (nível superior)
- ANP: 66 (50 nível superior e 16 nível intermediário)
- Anac: 70 (nível intermediário)
- Anatel: 50 (nível intermediário)
- ANM: 80 (nível intermediário)
- ANS: 20 (nível intermediário)
- ANTAQ: 30 (nível intermediário)
- ANTT: 50 (nível intermediário)
- Anvisa: 14 (nível intermediário)
- Comando da Aeronáutica: 90 (nível superior)
- Comando do Exército: 131 (nível superior)
- Comando da Marinha: 140 (nível superior)
- Hospital das Forças Armadas: 130 (100 nível superior e 30 nível intermediário)
- Fundacentro: 65 (nível superior)
- ITI: 50 (nível superior)
- Imprensa Nacional: 14 (nível superior)
- Enap: 21 (nível superior)
- Iphan: 60 (nível superior)
- Fundação Biblioteca Nacional: 14 (nível superior)
- Fundação Cultural Palmares: 10 (nível superior)
- Fundação Joaquim Nabuco: 20 (nível superior)
- Funarte: 28 (nível superior)
- Ibram: 28 (nível superior)
- Ancine: 20 (10 nível superior e 10 nível médio)
- Instituto Nacional de Traumatologia (Into): 94 (61 nível superior e 33 nível intermediário)
- Instituto Nacional de Cardiologia (INC): 75 (52 nível superior e 23 nível intermediário)
- Instituto Nacional do Câncer (Inca): 84 (30 nível superior e 54 nível intermediário)
- Instituto Evandro Chagas (IEC): 38 (28 nível superior e 10 nível intermediário)
- Centro Nacional de Primatas: 28 (10 nível superior e 18 nível intermediário)
Cadastro reserva (provimento de curto prazo)
- MGI – Assistente social, médico e psicólogo: 172 (nível superior)
- MGI – Analista técnico administrativo: 1.000 (nível superior)
A primeira edição do CNU ocorreu em 18 de agosto, após adiamento causado pelas chuvas no Rio Grande do Sul. Na ocasião, 6.640 vagas foram ofertadas para 21 órgãos federais. O concurso teve participação de cerca de 970 mil candidatos, mesmo com uma taxa de abstenção de 54,12%. Conhecido como o “Enem dos Concursos”, o CNU tornou-se o maior concurso público já realizado no país, com custo estimado em R$ 144,4 milhões.
Cronograma previsto do CNU 2
- Edital e inscrições: julho
- Prova objetiva: 5 de outubro
- Prova discursiva (para habilitados): 7 de dezembro
- Resultado final: fevereiro de 2026













