
A corrida presidencial de 2026 entra em fase mais definida após o encerramento da janela partidária e do prazo para desincompatibilização de cargos públicos, concluídos entre os dias 8 e 9 de março. As etapas organizam o cenário político e consolidam pré-candidaturas à Presidência da República.
Com cerca de seis meses até o pleito, os pedidos de registro devem ser apresentados à Justiça Eleitoral até 15 de agosto de 2026. Até o momento, diversos nomes já confirmaram intenção de disputar o cargo, indicando uma eleição com múltiplos candidatos.
Entre os principais pré-candidatos está o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que anunciou ainda em novembro de 2025 a intenção de buscar um quarto mandato. Ele foi eleito anteriormente em 2002, 2006 e 2022.
Outro nome é o senador Flávio Bolsonaro (PL), que lançou pré-candidatura em dezembro de 2025, com apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Atualmente, Flávio exerce mandato no Senado.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), foi oficializado como pré-candidato em março de 2026, após definição interna do partido. Já o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também confirmou participação e deixou o cargo para se dedicar à campanha.
Outros nomes também foram anunciados por suas legendas:
- Cabo Daciolo (Mobilização Nacional);
- Hertz Dias (PSTU);
- Renan Santos (Partido Missão);
- Rui Costa Pimenta (PCO);
- Samara Martins (Unidade Popular).
O cenário reúne candidatos de diferentes espectros políticos, refletindo a diversidade de propostas para o eleitorado.
O calendário eleitoral prevê ainda etapas como registro oficial das candidaturas, início da propaganda eleitoral e definição das coligações. As decisões tomadas pelos partidos e candidatos ao longo desse período devem influenciar diretamente o quadro final da disputa.













