
O Instituto Santos Dumont (ISD), organização social sediada em Macaíba (RN), dá um passo importante na valorização da ciência com a criação de seu próprio Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). A estrutura recém-inaugurada tem como missão aprimorar o processo de licenciamento, a proteção da propriedade intelectual e a transferência de tecnologias desenvolvidas nos laboratórios da instituição.
A formalização do NIT ocorreu durante uma reunião que contou com a presença do diretor-geral do ISD, Reginaldo Freitas Jr., do diretor administrativo Jovan Gadioli e do gerente do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS), Edgard Morya. Também participaram os membros da Comissão de Inovação Tecnológica (CIT), composta por representantes das unidades Anita Garibaldi e IIN-ELS, bem como das áreas administrativa e diretiva do Instituto.
Nos últimos anos, o ISD tem ampliado sua produção científica com criações como um software voltado à melhora do desempenho de paratletas no arremesso de peso e um equipamento que auxilia na detecção precoce da Esclerose Lateral Amiotrófica — ambos desenvolvidos em colaboração com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Para o professor Gabriel Vasiljevic, escolhido como coordenador da CIT, o novo núcleo representa um avanço essencial. “Uma política de inovação tecnológica é fundamental para transformar o conhecimento gerado dentro do ISD em benefícios concretos para a sociedade, além de ajudar a proteger a propriedade intelectual e estimular parcerias e a transferência de conhecimento entre instituições”, afirmou.
Marcelo Carvalho, representante da diretoria-geral na Comissão, destacou a importância do NIT como ponte para novas colaborações institucionais. Ele ressalta que a novidade está alinhada à política de laboratórios abertos do Instituto, que já permite que pesquisadores de diferentes partes do mundo utilizem a infraestrutura do ISD. “A criação do nosso NIT permitirá ao ISD gerir sua política de inovação, estimulando a proteção de suas criações. Nossos laboratórios abertos são espaços de inovação e desenvolvimento tecnológico, e o Núcleo também nos permitirá desenvolver estratégias de transferência de tecnologia oriunda do Instituto”, explicou.
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