
Macaíba deu um passo decisivo para se firmar como referência regional na gestão de resíduos orgânicos e recicláveis provenientes da limpeza urbana. O município foi o único do Rio Grande do Norte habilitado no Programa Novo PAC – Resíduos Sólidos (Modalidade Financiamento), com um projeto que prevê a construção de um galpão destinado a abrigar uma central de triagem e a reforma completa da estação de transbordo municipal.
A proposta aprovada assegura um repasse de R$ 2.356.636,05, via operação de crédito, além de contrapartida municipal de R$ 261.848,45, totalizando R$ 2.618.484,50 em investimentos. Com a execução da obra, a estação de transbordo deverá figurar entre as mais modernas não apenas do Rio Grande do Norte, mas de todo o Nordeste. A cidade também poderá implementar sua primeira cooperativa oficial de recicladores, garantindo organização e melhores condições de trabalho para os profissionais do setor.
O avanço foi possível graças ao trabalho integrado das equipes técnicas das secretarias de Planejamento e Governança (Seplag) e de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), responsáveis por desenvolver um projeto robusto, viável e alinhado às demandas reais da população.
A secretária da Seplag, Karoline Romana, destacou o caráter inédito da habilitação:“Macaíba foi o único município do Rio Grande do Norte habilitado no processo seletivo do Novo PAC para operações de crédito destinadas à gestão de resíduos sólidos, com recursos do FGTS”, afirmou. Ela acrescentou que a proposta segue agora para a fase de validação junto ao agente financeiro, conforme orientações do Ministério das Cidades.
O secretário da Semurb, Billy Jean, detalhou os próximos passos: “Serão duas etapas. Primeiro, uma obra de revitalização e reforma da nossa estação de transbordo, proporcionando um melhor ambiente de trabalho e com mais segurança. Além disso, vamos ter um espaço contendo todos os equipamentos necessários para a parte do trabalho com os resíduos, além de área administrativa e vestiário, refeitório e demais áreas comuns. Toda a estrutura para o funcionamento de uma cooperativa ou associação de pessoas que trabalham com materiais recicláveis. O intuito é colocar em prática o tripé da sustentabilidade que integra três pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável: o ambiental, o social e o econômico”.
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