
O Rio Grande do Norte registrou crescimento significativo da população nas classes de maior renda entre 2022 e 2024. Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), a proporção de pessoas nas classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos) passou de 57,99% para 67,98%, um aumento de 9,99 pontos percentuais.
O estudo aponta que a elevação foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas, como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.
Em nível nacional, a FGV aponta que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e ingressaram nas classes de maior renda no mesmo período, representando crescimento de 8,44 pontos percentuais.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, destacou a importância dessas políticas para a mobilidade social. “A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, afirmou.
*Com Informações de Secom/Presidência da República
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