
A mais recente análise do Projeto de Monitoramento da Balneabilidade das Praias, divulgada neste sábado (27), aponta que apenas um dos 33 pontos monitorados no Rio Grande do Norte está impróprio para banho: a praia de Areia Preta, especificamente no trecho da escadaria de Mãe Luíza. Todas as demais áreas avaliadas foram classificadas como adequadas para atividades recreativas.
Trecho com classificação recorrente
O levantamento, coordenado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), em parceria com a Funcern e o IFRN, considera os parâmetros da Resolução Conama nº 274/2000. A classificação é feita com base na quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas amostragens de água.
No caso da praia de Areia Preta — especificamente no trecho da escadaria de Mãe Luíza — os resultados indicam níveis de contaminação acima do permitido, levando à classificação de imprópria para banho. A repetição desse quadro tem sido observada ao longo das últimas semanas de monitoramento do programa que observa os índices de qualidade das águas das praias do Rio Grande do Norte.
Trechos com os melhores índices de qualidade
Entre os locais com melhores índices de qualidade da água, destacam-se as praias de Tabatinga, Búzios, Pirambúzios e Lagoa de Arituba, em Nísia Floresta; além da Via Costeira e Miami, em Natal; e Genipabu, no município de Extremoz.
Resultados por município:
- Natal: 14 dos 15 pontos monitorados estão próprios para banho. Apenas Areia Preta (Escadaria de Mãe Luíza) foi classificada como imprópria.
- Parnamirim: Todos os cinco trechos avaliados foram considerados próprios.
- Nísia Floresta: Todos os seis pontos analisados apresentaram condições satisfatórias.
- Extremoz: As sete áreas monitoradas também foram consideradas seguras para banho.
A análise teve como base coletas realizadas semanalmente entre os dias 28 de agosto e 25 de setembro, abrangendo os boletins de número 35 a 39 de 2025.
Água Azul
O Idema reforça que os dados são atualizados semanalmente e recomenda que banhistas fiquem atentos aos informes divulgados. O estudo faz parte do Projeto Água Azul, que tem como objetivo garantir a segurança sanitária e a preservação ambiental das áreas litorâneas do estado.
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