ReforAMAR precisa da sua ajuda para reformar três casas em São Gonçalo do Amarante - O POTI

ReforAMAR precisa da sua ajuda para reformar três casas em São Gonçalo do Amarante

A ONG realizará melhorias em casas da cidade de São Gonçalo. Foto: Divulgação.

Com o objetivo assegurar o direito das famílias de baixa renda à assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social, a ONG potiguar ReforAMAR realiza o projeto São Gonçalo Acessível, patrocinado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Norte (CAU/RN). Por meio do programa, três famílias da cidade serão beneficiadas.

ITIELE

A primeira contemplada da ação é a Dona Laura, mãe de duas crianças, Ian Augustus e Itiele Ágata, que possui paralisia cerebral. O seu maior sonho é sair do quitinete de dois cômodos para uma casa onde Itiele possa se locomover e se desenvolver com mais liberdade, pois a falta de espaço prejudica o tratamento da filha. O acesso à sua residência se dá por uma escada íngreme e sem guarda corpo, pela qual Dona Laura desce todos os dias com a filha no colo, concedendo risco a ambas. Por meio do projeto São Gonçalo Acessível, Laura poderá proporcionar um lar apropriado para sua filha.

DONA FÁTIMA

Dona Fátima é a segunda selecionada para a ação. Residente do bairro de Novo Amarante e mãe de Jussier, voluntário da ONG desde o ano passado, Fátima tem 68 anos e mora em uma casa com diversos problemas que causam desconforto e insegurança, como por exemplo, o piso esburacado que oferece risco, telhas quebradas e madeiramento com infestação de cupim. Além dos problemas estruturais da casa, dona Fátima também precisa lidar com cômodos da casa que relembram mãe e filho da situação de violência doméstica que passaram com o pai de Jussier. Para eles, a oportunidade de reformar a casa significa poder seguir em frente sem ficar lembrando da triste situação que viveram.

MIGUEL

O terceiro a ser contemplado pela ação é Miguel, uma criança dentro do espectro autista, com TDAH e esquizofrenia que mora em uma casa insalubre no bairro Novo Amarante. Miguel consegue se comunicar e faz tratamento regular, mas as condições da casa prejudicam o desenvolvimento cognitivo da criança, que tem crises severas, principalmente, quando chove. Sua mãe, Dona Erleide, tem 58 anos e passa os dias em casa cuidando do filho. Devido a problemas de saúde, Erleide não consegue trabalhar e foi diagnosticada com um quadro de depressão. 

Contribua com a ação

Apesar de contar com o apoio do CAU/RN, a ReforAMAR precisa de ajuda transformar os lares e as vidas dessas famílias. Ajude com uma doação de qualquer valor para a vaquinha online, que está com meta de R$10.000. 

AÇÃO ITIELE – Faça sua contribuição AQUI. 

AÇÃO DONA FÁTIMA – Faça sua contribuição AQUI.

AÇÃO MIGUEL – Faça sua contribuição AQUI.