
A produção de queijos e derivados do Rio Grande do Norte conquistou nove medalhas na 4ª edição do Mundial do Queijo do Brasil, incluindo o prêmio máximo da competição, o Super Ouro. O resultado reforça a presença do estado no cenário nacional e internacional do setor lácteo.
O principal destaque foi a manteiga do sertão produzida por Lucenildo Firmino de Souza, de Tenente Laurentino Cruz, que alcançou a maior pontuação entre os jurados. O desempenho evidencia a tradição e a qualidade dos produtos do Seridó, região reconhecida pela produção artesanal.
Também foram premiadas com medalha de ouro as marcas Sertão Jucurutu, do município de Jucurutu, e Dona Branca, de Currais Novos.
Na categoria prata, receberam reconhecimento produtos das marcas Dona Branca, Sertão Jucurutu e do Capril Buxada, de Monte Alegre. Já as medalhas de bronze contemplaram itens da Dona Branca, Sertão Jucurutu e do Laticínio do Vovô, de Nova Cruz.
A participação potiguar contou com 13 queijeiras, que enviaram 63 produtos para avaliação em meio a cerca de 2.600 amostras de diferentes países. O volume de inscrições e o nível técnico da competição colocam o resultado do estado em posição de destaque.
Os prêmios envolvem produtores de diversas regiões, indicando a expansão da atividade leiteira e o fortalecimento da produção artesanal no estado.
Segundo o analista técnico do Sebrae RN, Luís Felipe, o desempenho reflete ações contínuas de capacitação e suporte aos produtores. Já a analista Kessianny Sousa avalia que os resultados contribuem para ampliar o acesso a mercados.
“Esse resultado nos engrandece pois nosso queijo potiguar é apreciado em todo Brasil. Todos os premiados possuem o Selo Feito Potiguar o que é motivo de muito orgulho”, disse Kessiany.











