
O Bolsa Família começa a ser pago nesta quinta-feira (12) para 466.055 famílias nos 167 municípios do Rio Grande do Norte. O investimento federal no estado supera R$ 310,8 milhões neste mês, assegurando um benefício médio de R$ 667,05 por família.
O calendário segue até 27 de fevereiro, conforme o final do Número de Identificação Social (NIS). Em 122 cidades potiguares, o pagamento será realizado de forma unificada já no primeiro dia. A medida contempla municípios incluídos em ações de enfrentamento a desastres, como enchentes, inundações e períodos prolongados de estiagem.
Benefícios adicionais
Entre os adicionais previstos na retomada do programa desde 2023, 170,7 mil crianças de zero a seis anos no estado recebem o Benefício Primeira Infância, com acréscimo de R$ 150 por integrante nessa faixa etária. O aporte para essa modalidade soma R$ 24,4 milhões.
Há ainda pagamentos complementares de R$ 50 destinados a 14,1 mil gestantes, 8,2 mil nutrizes e 298,2 mil crianças e adolescentes de sete a 18 anos, totalizando investimento superior a R$ 15 milhões no estado.
O programa também contempla grupos prioritários no RN, incluindo 2,8 mil famílias com pessoas em situação de rua, 985 indígenas, 3,7 mil quilombolas, 91 com crianças em situação de trabalho infantil, 2,4 mil com resgatados de trabalho análogo ao escravo e 10,2 mil catadores de material reciclável.
Municípios com mais beneficiários
Natal lidera o número de famílias atendidas no estado, com 72,2 mil lares contemplados. Em seguida aparecem Mossoró (29.178), Parnamirim (21.724), São Gonçalo do Amarante (16.956) e Macaíba (13.199).
Em relação ao valor médio do benefício, Senador Georgino Avelino registra o maior repasse por família em fevereiro: R$ 709,70. Também se destacam Goianinha (R$ 708,82), Tibau do Sul (R$ 701,60), Canguaretama (R$ 701,38) e Parazinho (R$ 696,64).
Cenário nacional
Em todo o país, o Bolsa Família alcança 18,84 milhões de famílias em fevereiro, com investimento de R$ 13 bilhões e benefício médio de R$ 690,01. O Nordeste concentra o maior número de contemplados: 8,79 milhões de famílias, com repasses de R$ 6 bilhões.
Entre os estados, a Bahia lidera em número de beneficiários (2,3 milhões), seguida por São Paulo (2,2 milhões). Roraima apresenta o maior valor médio do país, com R$ 743,97 por família.
Outro mecanismo em vigor é a Regra de Proteção, que permite às famílias permanecerem no programa por até um ano após aumento de renda formal, recebendo 50% do valor do benefício. Em janeiro, 2,51 milhões de famílias estavam enquadradas nessa modalidade.
*Com Informações da Secom/Presidência da República
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