
Durante participação no Congresso Internacional de Missões dos Gideões, realizado em Camboriú, a pastora Helena Raquel fez um apelo público para que crimes cometidos por líderes religiosos sejam denunciados. Em sua fala, ela destacou a importância de apoio às vítimas e da busca por segurança.
“Você precisa ter coragem para sair e fazer a denúncia. Ligar para alguém de confiança e buscar um lugar seguro”, declarou.
A líder também se manifestou nas redes sociais, onde criticou a postura de silêncio diante de casos de abuso em ambientes religiosos. Segundo ela, práticas violentas não podem ser justificadas por argumentos espirituais.
“Não existe unção que justifique abuso. Não existe chamado que autorize agressão”, afirmou.
Em suas declarações, a pastora ressaltou que atitudes abusivas são incompatíveis com qualquer forma de liderança espiritual e devem ser enfrentadas.
“Se agride, não representa Deus. Ungido não é abusador. Ungido não é agressor”, escreveu.
Ela também incentivou vítimas e testemunhas a romperem o silêncio.
“Se você está vivendo ou presenciando isso, não se cale. O silêncio nunca foi a vontade de Deus”, disse, ao enfatizar a importância da denúncia para interromper situações de violência.
Ao final, Helena Raquel orientou a busca por canais oficiais de denúncia e acolhimento, como o Disque 100 e o Ligue 180.
“A igreja precisa voltar a ser lugar de cura, não de medo. E onde há verdade, há libertação”, concluiu.
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